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Infraestrutura MT

Governo do Estado inaugura duplicação na Rodovia da Mudança na próxima segunda

Na próxima segunda-feira (21.11), às 17h, o governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, inaugura em Lucas do Rio Verde (354 Km ao Norte de Cuiabá) as obras de duplicação na MT-449, conhecida como Rodovia da Mudança. O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu), investiu cerca de R$ 4,5 milhões com contrapartida de aproximadamente R$ 1,2 milhão da administração municipal.

O convênio para a duplicação do trecho – entroncamento da BR-163/MT (Lucas do Rio Verde)/Tapurah – foi assinado entre a Setpu e a Prefeitura de Lucas do Rio Verde em abril de 2010 e as obras iniciaram em seguida. O trecho duplicado liga Lucas do Rio Verde ao distrito industrial do município, implantado na última década. De lá pra cá com a instalação de empresas de abate de aves e suínos, fabricação de ração, biodiesel, esmagadora de soja, entre outras, o tráfego sofreu um considerável aumento.

Para facilitar a conversão do tráfego na rodovia foram construídas três rotatórias. “Depois da instalação do distrito industrial em Lucas do Rio Verde foi impressionante o aumento de caminhões, bi-trens, automóveis e até de bicicletas na rodovia. Com esse aumento estrondoso de veículos o número de acidentes também aumentou. A duplicação veio para atender essa demanda e de imediato melhorar a segurança na Rodovia da Mudança”, explicou o secretário adjunto de Engenharia da Setpu, Eziquiel Lara.

A solenidade está programada para às 17h no trevo da Bunge, próximo ao quilômetro zero, juntamente com o prefeito de Lucas, Marino Franz. Lara irá representar o secretário da Secretaria de Estado de Transporte e Pavimentação Urbana, Arnaldo Alves.

Fonte:Secom/MT


Esportes Infraestrutura

Metrô deve chegar a Salvador antes da Copa

Com mais de 2,7 milhões de habitantes e 740 mil veículos, Salvador sente forte a deficiência nos sistema de transporte. E, para ampliar a mobilidade urbana, a prefeitura iniciou um processo de mudanças estruturais em diversos pontos da cidade.

De acordo com o prefeito João Henrique, o investimento será de R$ 1,3 bilhão e a intenção é criar novos retornos e fazer conexões entre pontos importantes para promover maior dinâmica ao sistema viário. As obras ocorrerão em locais de tráfego intenso e estão vinculadas aos projetos que envolvem a implantação de novas modalidades de transportes. Elas serão realizadas mediante parceria entre as esferas federal, estadual e municipal.

A administração municipal identificou 24 pontos críticos de congestionamento e elaborou cronograma de intervenções. As medidas visam basicamente a desafogar vias que registram grande fluxo de veículos, como nas avenidas Mário Leal Ferreira e no trecho suburbano da avenida Afrânio Peixoto.

Os projetos de melhorias apresentados para a mobilidade urbana são, no entanto, observados com cautela por especialistas em trânsito e transporte. Para a pesquisadora da Universidade Federal da Bahia, Ilce Freitas, os investimentos não podem ficar restritos apenas para a Copa do Mundo. “Já que existe toda uma exigência por parte da organização do evento, é preciso investir em um sistema integrado de transportes que contemple as necessidades após o evento, afirmou. Segundo ela, o sistema de transporte da cidade está muito baseado no modo individual e isso tem saturado o sistema viário. “É preciso investir em modais de grande e média capacidade para atender às demandas da cidade”, disse.

Para Denise Ribeiro, especialista em transporte da UFBA, o sistema viário da cidade não atende as necessidades da população. “Salvador só tem integração ônibus a ônibus em apenas duas estações que não cobrem toda a cidade. Os outros modais, como ciclovias, não têm estrutura adequada”, criticou. Uma melhor integração entre os sistemas de transporte é vista pela especialista como meio de reduzir o uso do transporte individual.

Metrô: obras há 12 anos

A linha 1 do metrô, há 12 anos em construção, sob responsabilidade da prefeitura, ainda nem entrou em atividade, mas seu prolongamento já foi decidido:  o trecho Lapa-Acesso Norte será  estendido até a Estação Pirajá.

De acordo com a Secretaria de Transportes e Infraestrutura (Setin), as obras civis da metade da linha já foram concluídas, os trens já se movimentam sobre os trilhos. De início, Salvador operará com quatro trens, com capacidade para transportar 1,2 mil passageiros, por viagem. Segundo a Setin, os testes finais estão previstos para dezembro deste ano.

No início de 2012, o metrô será aberto à população, sob regime de tarifa assistida. Ou seja, os passageiros terão um período de gratuidade, para que possam conhecer e se habituar à cultura do sistema metrô em Salvador. Para custear a tarifa assistida, a União assegurou recurso de R$ 28 milhões. A Secretaria afirma que até agora foram investidos R$ 571 milhões para os seis quilômetros iniciais.

Linha 2

Até 31 de dezembro, o governo estadual contratará uma empresa ou consórcio responsável para a construção da linha 2 do metrô (Aeroporto – Acesso Norte).. Além disso, por ser uma obra prioritária, segundo a Seplan, haverá fluxo de recursos, abertura de várias frentes de execução e o efetivo controle institucional, o que possibilita a entrega até a Copa de 2014.

Já o governo estadual prevê para janeiro de 2012 o início da construção de um corredor central estruturante de metrô de superfície, passando pela avenida Paralela que ligará Lauro de Freitas e o Aeroporto até o Acesso Norte (Rótula do Abacaxi), com 22 km de extensão. No total, a capital contará com 34 quilômetros de transporte sobre trilhos.

O sistema, segundo a Seplan, trabalhará com modais complementares e alimentadores sobre pneus, tendo como prioridades as avenidas 29 de Março, ligando a Paralela à BR-324, e a conclusão da avenida Gal Costa. Está prevista a ligação Iguatemi-Pituba e Retiro-Calçada, que integrará o trem suburbano recuperado e ligado ao sistema. No entanto, entre os modais complementares, a Seplan não afirma se haverá BRT (ônibus com corredores exclusivos).

As intervenções são estimadas em cerca de R$ 3 bilhões. Do total, R$ 570 milhões, já disponíveis pelo Ministério das Cidades através do PAC Copa, e até R$ 1,6 bilhão do PAC da Mobilidade Urbana, e o restante aportado pela iniciativa privada. A obra pretendida será uma Parceria Pública Privada (PPP).

“Cidade bicicleta”

Com 18 km de ciclovias, Salvador deve ganhar mais 206 km, ligando a capital baiana e Lauro de Freitas, Região Metropolitana. De acordo com a Companhia Estadual de Desenvolvimento Urbano (Conder), o projeto Cidade Bicicleta tem como uma de suas características a transversalidade, além de uma efetiva contribuição sobre o sistema viário, contemplando meio ambiente, a saúde e a educação.

O plano visa, principalmente, a integrar as ciclovias a serem criadas com outros meios de transporte (ônibus, metrô, ferry-boat, trens) que servem à zona suburbana e do sistema que vier a ser escolhido para a avenida Paralela. O projeto contempla três etapas. A primeira inclui a orla da cidade e integra Salvador a Lauro de Freitas, onde serão implantados 60 km de ciclovias, sem dependência da ligação com outros modais de transporte.

Esta etapa inaugural deixaria Lauro de Freitas e seguiria por toda a borda de Salvador até o bairro da Ribeira, na Cidade Baixa, prevendo-se, paralelamente, a requalificação da estrutura já existente para os ciclistas, além de ciclovias com ciclofaixas e bicicletários. A segunda parte abrange o Centro Histórico de Salvador, onde se estuda a implantação de um plano piloto de bicicletas públicas, a exemplo do que existe em Paris, na França, e em Santiago do Chile. Já a terceira e última etapa do projeto segue da avenida Paralela ao centro da cidade.

Dessa forma, será assegurada a integração das principais estações de transbordo da capital, (Iguatemi, Lapa, Pirajá e Mussurunga), como também os pontos de acesso ao metrô, com o sistema cicloviário. Alternativa para a Copa, o projeto tem investimento previsto no valor de R$ 40 milhões, sendo R$ 22 milhões oriundos do PAC da Mobilidade e R$ 18 milhões do plano plurianual estadual. A previsão é que as obras efetivamente comecem no início de 2012 e sejam concluídas antes de junho de 2014.

Fonte: Portal 2014

Infraestrutura MT

Mato Grosso terá R$ 2,1 bilhões para investir em ligação asfáltica e nas obras do VLT

A presidenta Dilma Rousseff assinou na quinta-feira (27.10), em Brasília, termo que permite a abertura de crédito para novos investimentos em Mato Grosso no valor de R$ 2,195 bilhões, que serão liberados dentro de um cronograma da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e o agente financiador. O termo assinado contemplou, além de Mato Grosso, mais nove Estados, que, por terem promovido ajustes fiscais de acordo com normas do governo, poderão ampliar suas capacidades para novos investimentos em até R$ 15,7 bilhões.

O governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, disse que os recursos serão investidos em infraestrutura, em obras de mobilidade urbana e também para a recuperação da malha viária e para concluir a interligação asfáltica de 40 municípios que ainda restam para estarem ligados por asfalto com a capital, Cuiabá, compromisso assumido por Silval para ser viabilizado em seu governo.

Antes das assinaturas, em solenidade realizada no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma fez um histórico explicando os motivos pelos quais os dez estados se habilitaram a obter novos empréstimos para investimentos. Mato Grosso, assim como os demais, seguiu à risca a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) – que impõe o controle sobre gastos de Estados e Municípios – promoveu o ajuste fiscal e, desta forma, mostrou que tem capacidade de endividamento sem comprometer o equilíbrio fiscal.

Para que estes dez estados chegassem a essa condição, de estarem aptos a obterem novos financiamentos, o Ministério da Fazenda, por meio de auditores do Tesouro Nacional, fez um acompanhamento rigoroso nas contas, observando se as normas estavam sendo cumpridas. Estes estados (Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rondônia e Sergipe) foram os primeiros a serem beneficiados com o Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal (PAF) para o período 2011-2013 por estarem com os processos mais adiantados. Porém, os pedidos de outros governos estaduais já estão sob análise, e serão incluídos futuramente em outros termos de entendimento.

Cada um dos dez governadores presentes à solenidade teve a oportunidade de falar sobre as ações realizadas em seus estados. Silval Barbosa destacou que Mato Grosso, grande produtor primário, precisa investir mais na malha rodoviária para melhorar ainda mais a logística. “Parte desses recursos nós queremos investir no programa de interligação de cidades. O restante é na melhoria do transporte público de massa na região metropolitana. Então, todo esse esforço da presidenta Dilma Rousseff e o esforço da equipe econômica do Ministério da Fazenda nos ajudaram para que chegássemos a pactuar essa margem no ajuste fiscal”, afirmou o governador após encontro com a presidenta Dilma.

Os novos empréstimos poderão ser contratados juntos às seguintes instituições financeiras: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Caixa Econômico Federal (CEF), Banco Mundial (BIRD), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), entre outros, sem problema para as contas públicas.

Segundo o secretário de Estado de Fazenda, Edmilson José dos Santos, o Tesouro Nacional analisa a capacidade de endividamento do Estado, para ver se o mesmo tem condições de absorver o montante da operação de crédito e manter a trajetória de dívida dentro das condições fiscais do Estado. “Mato Grosso mantém uma trajetória de Estado equilibrado, compatível com a capacidade de endividamento. A operação só foi liberada após análise apurada das contas do Estado pela Secretaria do Tesouro Nacional, que avaliou as nossas metas fiscais e indicadores, e liberou o empréstimo”, explicou Edmilson, que acompanhou a solenidade juntamente com os secretários Pedro Nadaf (Indústria, Comércio, Minas e Energia) e Osmar de Carvalho (Comunicação Social).

Edmilson lembrou ainda que é a primeira vez que a União chama os Estados para fazer uma operação nesses moldes. “Os governadores dos Estados foram elogiados pela presidenta Dilma, por manter o equilíbrio das contas e as metas fiscais, autorizando-os a contrair novos empréstimos”, completou o secretário de Fazenda. Ele disse ainda que a presidenta entende que os novos investimentos vão fomentar a economia dos Estados e do país, fazendo com que o Brasil cresça ainda mais.

Projetos:

INTEGRAÇÃO ASFÁLTICA E RECUPERAÇÃO DE RODOVIAS – O Governo de Estado de Mato Grosso tem como um dos seus objetivos principais promover o desenvolvimento econômico e socioambiental de todas as regiões do Estado. Para isso, precisa potencializar sua capacidade de investimentos, o que justifica a busca de novas operações de crédito, a fim de ampliar o financiamento de ações que garantam a integração de todos os municípios com pelo menos uma ligação asfáltica. Hoje o Estado possui 141 municípios e destes ainda 40 sem ligação asfáltica com Cuiabá. A outra meta do governo é manter e recuperar as estradas já pavimentadas da malha estadual e demais obras de infraestrutura que possibilitem melhorar a logística do Estado, integrar regiões atualmente isoladas e com isso possibilitar a redução dos custos de produção do agronegócio e proporcionar o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso.

Valor: R$ 1,5 bilhão (BNDES)

MOBILIDADE URBANA – VEÍCULO LEVE SOBRE TRILHO CPAC – Um dos compromissos do Governo do Estado com a Fifa, que consta na matriz de responsabilidade, é a viabilização de um modal de transporte que atenda às necessidades decorrentes da realização da Copa do Mundo de 2014. O modelo escolhido, Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), além de equacionar a questão do transporte intermunicipal, também é mais eficiente e sustentável para a mobilidade urbana das duas cidades (Cuiabá e Várzea Grande). O VLT vai propiciar um sistema com maior vida útil, menor impacto ambiental, com consumo de energia limpa e renovável, menor poluição sonora e melhor acessibilidade para pessoas com locomoção reduzida, além de permitir a revitalização urbana dos municípios envolvidos.

Valor: R$ 727.920 milhões (CAIXA)

MATO GROSSO

INVESTIMENTOS(R$ MIL)ENTIDADE
Integração asfáltica e recuperação de rodovias1.500.000BNDES
Mobilidade urbana – veiculo leve sobre trilho727.920Caixa
Utilização do saldo a especificar(32.462)
TOTAL2.195.458

Fonte: Assessorias da Presidência e Sefaz