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Author Archives: Kadu Rachid

Novidade Política

Mato Grosso recebe prêmio nacional na área de licitações

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Novamente Mato Grosso é reconhecido por suas inovações em gestão pública, desta vez na área de compras governamentais. Em março deste ano, o Governo do Estado por meio da Superintendência de Aquisições Governamentais da Secretaria de Estado de Administração (SAD), foi premiado no “IV Edição do Prêmio 19 de Março” na categoria Pregão 2009 pelo “Registro de Preços com o maior número de caronas” e na categoria Inovação em Regulamentação de Pregão em Âmbito Estadual. Ao todo foram seis categorias diferentes e 24 premiados.

O prêmio em Inovação em Regulamentação de Pregão em Âmbito Estadual foi concedido com base no Decreto 2.015 de 2009, que inovou a partir do momento em que permitiu que todas as empresas cadastradas para um certame e que tenham propostas válidas possam dar lances e não apenas aquelas que ficavam com valores entre os 10% superiores ao preço inicial. “Dessa forma, todos podem participar, principalmente as pequenas e microempresas. É uma forma do Estado dar ainda mais oportunidades para as empresas locais fomentando a economia local”, ressaltou o secretário de Administração Geraldo de Vitto Jr.

O outro prêmio, “Registro de Preços com maior número de caronas”, se deve a Ata de Registro de Preço de número 09/2009 para equipamentos hospitalares que contou com 40 adesões de diversos órgãos federais e de outros estados. “Isso demonstra, mais uma vez, o reconhecimento público de como Mato Grosso realiza suas licitações de forma transparente e eficiente. O nosso Estado tem se tornado referência em gestão pública e o recebimento destes prêmios só vem confirmar”, completou De Vitto.

Os prêmios foram entregues em no início do mês de março durante o 5º Congresso Brasileiro de Pregoeiros, realizado em Foz do Iguaçu (PR), e recebidos pela coordenadora de Licitações da SAD, Marilise Spiessi e pela pregoeira oficial da SAD, Franciele Dorth.

PRÊMIO 19 DE MARÇO

O Prêmio 19 de Março é uma criação da Editora Negócios Públicos do Brasil, responsável pela Revista “O Pregoeiro”. A premiação é realizada pela NP Eventos com o apoio do Instituto Negócios Públicos e de outras entidades colaboradoras. Surgiu no ano de 2007 com a necessidade de valorizar os trabalhos e incentivar os profissionais pregoeiros de todo o país. A premiação é a única do gênero e sua importância se destaca a cada nova edição.

O título do prêmio “19 de Março” origina-se da data em que foi realizado o primeiro pregão no Brasil, na Agência Nacional de Telecomunicações, em Brasília-DF, pelo primeiro pregoeiro do país Rubens Portugal Bacellar. A Revista “O Pregoeiro” deu destaque à data, promovendo anualmente, no dia 19 de Março, a cerimônia de premiação durante o Congresso Brasileiro de Pregoeiros, o maior encontro nacional da categoria. No dia do primeiro pregão, em 1998, a Anatel colocou nas mãos de Rubens Portugal Bacellar um martelo a ser utilizado para promover os lances e oficializar o pregão, razão da escolha deste instrumento como símbolo do Prêmio.

 

Agronegócio

Adubo vai pesar mais no bolso do agricultor em 2010

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Com o término da colheita da safra de verão em várias regiões do país, os agricultores começam a perceber que os fertilizantes pesarão mais nos custos do próximo plantio. Os preços das principais matérias-primas para adubos voltaram a patamares acima da média histórica, depois de despencarem na safra passada.

Praticamente todos os grandes países produtores agrícolas registraram safras acima da média no ciclo 2009/2010, o que está puxando a demanda por fertilizantes nestes primeiros meses de 2010. “Este é o período que concentra o consumo no Hemisfério Norte, onde estão os maiores produtores de grãos do mundo: China, Estados Unidos e Índia”, explica o especialista em fertilizantes da consultoria Agroconsult, Cléber Vieira.

Como a possibilidade de o Brasil reduzir o uso de adubo neste ano é afastada pelo mercado, o resultado da alta de preços deverá ser mesmo o estreitamento da margem dos produtores.

A participação dos fertilizantes nos custos totais da produção estão mais altos agora, o que se soma às perspectivas pouco positivas para os preços dos grãos. “Este é um assunto que já me preocupa, porque os preços da soja não tendem a ser mais altos na próxima safra”, diz o produtor rural José Paulo Abreu, de Pedrinópolis (MG), que está em plena colheita de seus 700 hectares de soja.

Relação de troca

Atento à sua planilha de custos, Abreu se preocupa com o descasamento que está ocorrendo entre as tendências de preço dos fertilizantes e da soja. Nas últimas duas safras, os altos e baixos dos custos e dos preços de venda andaram relativamente juntos, mas agora os fertilizantes estão encarecendo enquanto a soja cai.

Mais do que a alta isolada do adubo, preocupa a relação de troca entre o insumo e os produtos agrícolas. “Nossa moeda aqui é saca de soja”, diz o agricultor Elson Pozzobon, de Sorriso (MT).

Pozzobon fez a compra antecipada de adubo em novembro, trocando 22 sacas de soja por cada tonelada de adubo formulado. “Hoje a mesma troca não sai por menos de 30 sacas”, segundo o agricultor.

Membro de um pool de compra de insumos, Pozzobon conseguiu fixar uma boa oportunidade de compra antecipada, que foi paga apenas depois da colheita. Mas a grande maioria dos agricultores não tem a capitalização necessária e começa a comprar agora, quando tira a soja do campo. “Estou torcendo para o preço da soja subir um pouco e a relação de troca melhorar para comprar o adubo da próxima safra”, diz o produtor Edson Carrijo, de Sapezal (MT).

Pelas suas contas, a tonelada de adubo que na última safra lhe custou 28 sacas de soja hoje está por 32 sacas. “O fertilizante é certamente o custo que mais vai subir nesta próxima safra”, afirma Carrijo. Os adubos custarão em média 16 sacas de soja por hectare, em uma produção média de 50 sacas.

No caso da soja do Mato Grosso, o especialista da Agroconsult calcula que a participação dos fertilizantes nos custos totais esteja na casa dos 40%, enquanto a média histórica é de 25% a 28%.

O estado sofre mais com o frete dos adubos desde os portos e com os solos mais pobres, que exigem maior complementação de nutrientes. Na média brasileira, Vieira diz que os fertilizantes respondem hoje por 25% a 30% dos custos, contra média histórica de 20% a 22%.

Impacto

Ainda assim, Vieira ressalta que outras culturas menos ligadas ao mercado externo devem sentir ainda mais o impacto da alta dos fertilizantes sobre a rentabilidade, uma vez que os preços da soja permanecem dentro de patamares razoáveis, dentro da média histórica.

A alta dos preços da soja e do açúcar no ano passado também ajudou para que os custos dos fertilizantes fossem diluídos para os sojicultores e produtores de canadeaçúcar. “Culturas menores, como arroz e feijão, não vivenciaram altas de preço e os fertilizantes pesaram mais”, diz Vieira.

Esportes

Meteorologia diz que chances do GP da China ter chuva estão acima dos 50%

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Após o tempo incerto ter movimentado os GPs da Austrália e da Malásia, mais chuva é esperada para o fim de semana na China, onde será disputada a quarta etapa do campeonato deste ano, no circuito de Xangai. De acordo com a meteorologia, as chances da prova, que está marcada para as 15h locais (4h de Brasília) ser disputada com pista molhada estão bem acima dos 50%.

Além disso, ao contrário do esperado, as temperaturas em Xangai deverão estar baixas, em torno dos 8ºC, o que dificultará a vida dos pilotos e das equipes no aquecimento dos pneus. Em compensação, os compostos deverão durar mais, o que poderá mudar as estratégias nos treinos e na corrida, em caso de pista seca. A chance de chuva na sexta e no sábado são superiores aos 60%.

Após uma corrida monótona no Bahrein, na abertura da temporada da Fórmula 1, a chuva serviu como um novo ânimo para a categoria nas duas provas seguintes. Além de embolar a classificação do campeonato, o tempo instável proporcionou várias ultrapassagens. No ano passado, o GP da China foi disputado sob chuva forte, com vitória de Sebastian Vettel, da RBR.

Globo Esporte