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Agronegócio

Curso sobre reprodução bovina em Bagé/RS

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O objetivo do evento é revisar a metodologia de avaliação da potencialidade reprodutiva de touros, contribuindo para a formação de profissionais treinados para a realização dos exames andrológicos em bovinos.

Voltada para médicos veterinários e graduandos em Medicina Veterinária, a atividade tem duração de 20 horas e será ministrada pelo pesquisador José Carlos Ferrugem Moraes e pelo professor titular aposentado da Universidade Federal de Pelotas, Cláudio Alves Pimentel.
 
São oferecidas 25 vagas, sendo que o número mínimo para a realização do curso é de 10 alunos. Os interessados devem fazer a inscrição a partir de 26 de abril até 7 de maio, efetuando depósito no valor de R$ 200 em nome da Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Edmundo Gastal (Fapeg) – Banco do Brasil, agência 3124-0, conta corrente 25405-4. O comprovante do depósito deve ser enviado juntamente com uma cópia da carteira do Conselho Regional de Medicina Veterinária (no caso de profissional) ou uma cópia do atestado de matrícula (se estudante) para o e-mail acn@cppsul.embrapa.br. Se preferir, o interessado pode entregar os documentos na Área de Comunicação e Negócios da Embrapa Pecuária Sul. O endereço é BR 153, km 603, Bagé (RS). O prazo para envio das informações é 7 de maio. Para mais informações, o telefone é (53) 3240-4650.
 
Confira a programação:
 
11 de maio
9h-12h: Morfo-fisiologia do sistema genital dos bovinos
13h30-17h30: Componentes do exame andrológico dos bovinos
 
12 de maio
8h-12h: Exame clínico e colheita de sêmen
13h30-17h30: Exame clínico e colheita de sêmen
 
13 de maio
8h-12h: Alterações e predição da fertilidade
14h-15h: Discussão final e conclusão

www.cppsul.embrapa.br / (53)3240.4660

Agronegócio

Preços Agrícolas caem 0,07% na 2ª quadrissemana de abril

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O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista – IqPR, que mede os preços pagos ao produtor rural, registrou pequena baixa de 0,07% na segunda quadrissemana de abril

As informações são do Instituto de Economia Agrícola – IEA/Apta da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. A queda foi puxada pelo índice de preços dos produtos de origem vegetal, cuja variação negativa foi de 0,85%, já que o índice dos produtos de origem animal apresentou alta de 1,89%.

Este resultado é reforçado pela inexistência de base de comparação na segunda quadrissemana de março para o feijão (momento de intervalo entre as safras do feijão das águas e feijão da seca), que continua apresentar ascensão nos preços, cotados até R$ 150,00 (sacos de 60 kg) em alguns lugares no estado de São Paulo, dizem os pesquisadores José Alberto Ângelo, José Sidnei Gonçalves, Luis Henrique Perez, Danton Leonel de Camargo Bini e Eder Pinatti. “Nesta segunda quadrissemana de abril, com preço médio de R$ 99,61, a presença do feijão puxaria o atual índice para cima.”

Sem a presença da cana-de-açúcar no cálculo, o índice geral e o índice de preços dos produtos vegetais caem, respectivamente, 1,12% e 4%. As quedas mais expressivas foram verificadas nos preços da laranja para mesa (16,60%); da laranja para indústria (13,60 %); do tomate para mesa (9,97%); do arroz (7,97%) e da carne de frango (6,06%). No caso da laranja de mesa, a pressão baixista manifestou-se em função do final do verão, quando se reduz o consumo de sucos caseiros. Quanto à indústria, a entrada da safra, os preços internacionais e a valorização cambial indicam preços em queda, apontam os analistas.

Já a queda brusca no preço do tomate em meados de março reflete o desaquecimento da demanda no varejo devido ao alto preço do produto, observam os pesquisadores do IEA. “Com isso, a rede varejista diminuiu a compra do tomate junto aos produtores, o que gerou uma queda acentuada naquele momento. Porém, a partir de abril, os preços retomaram o ritmo de crescimento.”

O início da safra de arroz no Rio Grande do Sul, em outros estados sulistas e no Centro-Oeste, dizem os técnicos, derrubou as cotações do produto, o que tem freado as negociações entre produtores e o atacado. “Embora a expectativa seja de quebra de safra, devido às chuvas no Rio Grande do Sul, as cotações do arroz continuam caindo, em função da retração nas compras dos varejistas que praticaram preços elevados nos meses anteriores.”

No caso da carne de frango, a ampla oferta e a queda da remuneração das exportações pela valorização cambial, aliadas à oferta de carne bovina barata, impulsionaram os preços para baixo. Por outro lado, os menores preços da carne de frango refletem a redução dos custos de produção derivada da queda de preços de milho e soja.

As altas mais acentuadas ocorreram nos preços da banana nanica (42,69%); do algodão (9,78%); da carne bovina (5,52%); do leite B (4,10%) e da carne suína  (1,78%).

Os preços da banana nanica encontram-se dentro da variação estacional padrão (que indica pico de preços no mês de abril), mostra a análise do IEA. “O aumento acentuado reflete a diferença entre os baixos preços alcançados durante o verão e o estímulo nos preços provocados pela expansão do consumo, peculiar no período de outono (acrescido por se estar na entressafra da banana prata). Além disso, com a inundação de bananais nas chuvas de verão, os produtores anteciparam a colheita dos cachos mais desenvolvidos, com o que reduziram o potencial de oferta dos meses seguintes.”

A íntegra da análise está disponível no site www.iea.sp.gov.br.

Agronegócio

Embrapa prepara tecnologias para a Agrobrasília 2010

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Os lançamentos podem ser conferidos na Vitrine Tecnológica da instituição, que reúne seis centros de pesquisa.
Serão apresentados variedades e híbridos de girassol; variedades e híbridos de milho e de sorgo. “Os híbridos são próprios para médios e grandes produtores e as variedades, para a agricultura familiar”, explica Edson Silva, coordenador da Vitrine Tecnológica.

Edson conta que também serão expostos alimentos especiais, como a batata doce com alto teor de betacaroteno. “O betacaroteno é um precursor da vitamina A e auxilia no combate à anemia em mulheres e crianças.” Haverá ainda demonstração do sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e palestras sobre inseticida biológico.

As tecnologias apresentadas focam o produtor do Centro Oeste, mas também podem ser adotadas em outras regiões do País. “Os cultivares são desenvolvidos para que possam ser utilizados em vários estados, de forma a aumentar a adequação dos novos recursos a diferentes realidades”, afirma o coordenador.

Centros

Estarão presentes na Vitrine Tecnológica da Embrapa na Agrobrasília 2010 os centros Embrapa Cerrados, Embrapa Hortaliças, Embrapa Gado de Corte, Embrapa Soja, Embrapa Algodão e Embrapa Transferência de Tecnologia. O espaço da instituição será de 7 mil m².

O coordenador da Vitrine destaca que eventos como a Agrobrasília são essenciais para a difusão das tecnologias desenvolvidas nos laboratórios. “A Feira abre portas para que o produtor conheça as novidades. Para tanto, fazemos um plantio ornamental, de forma a atrair o maior número de visitantes ao espaço.”