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Infraestrutura Novidade

Audiência pública sobre mobilidade urbana e desapropriações reúne centenas de moradores

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Cerca de 500 pessoas participaram nesta quarta-feira (29.06), em Cuiabá, de uma audiência pública para debater as obras de mobilidade urbana e as desapropriações relacionadas aos projetos da Copa do Mundo de 2014. Requerida pelo vereador Domingos Sávio, a audiência contou com a participação dos diretores da Agecopa Carlos Brito (Infraestrutura), Jefferson Castro (Orçamento e Finanças), Yênes Magalhães (Planejamento), o secretário extraordinário de Apoio às Ações da Agecopa e PAC, Djalma Sabo Mendes Júnior e o secretário extraordinário de Logística Intermodal de Transportes, Francisco Vuolo.

O auditório do Sest/Senat ficou lotado com representantes de associações de moradores, empresários, locatários, entre outros interessados nas transformações urbanas que serão realizadas na cidade. O principal destaque foram os esclarecimentos sobre desapropriações em Cuiabá e Várzea Grande.

Djalma Sabo explicou que o Consórcio Diefra/Cappe já iniciou o levantamento necessário para fazer os laudos de avaliação e fundo de comércio para os imóveis que serão afetados. O Governo do Estado seguirá todos os procedimentos constitucionais e legais para que esse processo seja feito de forma transparente e justa. De acordo com a representante do Consórcio, Janice Silva, os técnicos estão devidamente identificados com crachá e vão fazer medições, analisar detalhes dos imóveis, colher informações, etc. O valor referente a cada desapropriação estará de acordo com o mercado imobiliário. “Já demos início ao levantamento e estamos sendo bem recebidos pela população”, disse Djalma Sabo.

Para facilitar ainda mais a comunicação com a sociedade, o secretário ressaltou também que, duas vezes na semana, atenderá em seu gabinete as pessoas interessadas em obter informações sobre as desapropriações. Para agendar um horário, basta ligar no telefone 3613-4500.

As obras de desbloqueio e travessia urbana foram detalhadas pelo coordenador de Mobilidade Urbana, Rafael Detoni, que expôs os projetos com os mapas e maquetes eletrônicas. Os diretores Carlos Brito e Yênes Magalhães responderam às perguntas dos moradores em relação aos prazos, obras em andamento e o plano de mobilidade urbana.

“A audiência foi produtiva, mas vamos realizar outras para continuar buscando respostas a todas as perguntas”, disse o vereador Domingos Sávio. Também estiveram presentes os vereadores Lúdio Cabral, Misael Galvão, Thiago Nunes e o Leonardo Oliveira.

“É sempre importante ouvir a sociedade e estar à disposição para esclarecer eventuais dúvidas. A audiência permitiu uma boa interação com a comunidade, o que é bastante relevante para a condução dos projetos relacionados à Copa do Mundo”, argumentou Brito.

Fonte: Secom/ MT

Infraestrutura

Rede hoteleira garante acomodação para o Mundial

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A possibilidade de a rede hoteleira de Cuiabá e Várzea Grande não suportar o volume de turistas esperados na Copa do Mundo de 2014 pode ser apenas especulação. Dados da Associação Brasileira de Indústrias de Hotéis de Mato Grosso (ABIH-MT) apontam que a Grande Cuiabá possui 109 hotéis, divididos em 4.472 apartamentos e 10.914 leitos.

Em Cuiabá, está grande parte da rede, com 70 hotéis, 3.261 apartamentos e 7.920 leitos. Para 2014, estão previstas 14 novas obras de construção ou ampliação de hotéis, o que significará a construção de mais 1.409 apartamentos e 3.644 leitos.

Em Várzea Grande, está prevista a construção ou ampliação de dois hotéis, totalizando 39 estabelecimentos, com 1.211 apartamentos e 2.994 leitos.

De acordo com levantamento do Ministério do Esporte, são esperados no Brasil 600 mil turistas internacionais, que terão um impacto econômico de R$ 3,9 bilhões. De turistas nacionais, o Ministério espera que 3 milhões participem do evento, o que significará a movimentação – incluindo hotéis, passeios e jogos – de R$ 5,5 bilhões.

Em Mato Grosso, ainda não há dados oficiais e específicos da expectativa de turistas esperados. Porém, para o presidente da ABIH, Luiz Verdun, não se pode pensar em investimentos da rede hoteleira apenas para o Mundial.

“Hoje, há pelo menos oito novos projetos tramitando na Prefeitura de Cuiabá, visando à construção de novos hotéis. Além dos que já estão em fase final, o número seria suficiente para suprir a demanda”, afirmou.

Segundo Verdun, superlotações na rede hoteleira na Grande Cuiabá são previstas quando há eventos ocorrendo concomitantemente; e, para tal, seria necessário que o Estado criasse um calendário anual.

“É preciso adequar uma agenda anual para Cuiabá. Dessa forma, grandes eventos ou, até mesmo, concursos públicos, por exemplo, não se chocariam e não causariam, consequentemente, falta de leitos”, disse.

Exemplo da África

Outra solução prevista para suportar turistas seria a qualificação de moradores de Cuiabá e Várzea Grande para hospedar turistas durante a Copa do Mundo de 2014.

A estratégia foi utilizada em algumas cidades africanas que sediaram jogos do Mundial de 2010 e deve auxiliar a Capital de Mato Grosso a comportar a demanda.

O diretor de Assuntos Estratégicos da Agência Executora de Obras da Copa do Pantanal (Agecopa), Yuri Bastos, já afirmou, em outras ocasiões, que a medida seria excelente.

Quanto aos números de leitos em hotéis, o diretor observou que a prioridade é para pessoas da Fifa e da imprensa de outras localidades.

fonte: Midia News

Infraestrutura Política

Dilma quer ampliar meta no próximo ano e construir mais 600 mil casas

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Ao lançar a segunda fase do Programa Minha, Casa Minha Vida no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff propôs fazer uma revisão da meta daqui a um ano. O programa tem por objetivo financiar, até o fim do governo, 2 milhões de moradias para famílias de baixa e média renda. Dilma acredita que no próximo ano, o governo possa “ousar” e propor a construção de mais 600 mil unidades.

“Uma meta que se atinge deixa de ter validade porque se provou que se conseguiu a meta. Agora temos que buscar uma meta ainda maior. Eu quero aqui lançar um desafio. É fato que vamos fazer esses dois milhões [de moradias]. Se daqui a um ano estivermos em um ritmo adequado, mostrando nossa capacidade de fazer mais, vamos ampliar os recursos e nós vamos fazer mais 600 casas”, disse a presidenta durante a cerimônia.

Dilma explicou que essa meta é possível de ser superada porque, além da Caixa Econômica Federal, que financiou as unidades da primeira fase nessa segunda edição do Minha Casa Minha Vida; o Banco do Brasil também atuará como financiador. “A caixa vai continuar e agora nós temos também o Banco do Brasil”, disse a presidenta.

A segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida, prevê a construção de 2 milhões de unidades habitacionais. Serão investidos R$ 125,7 bilhões entre 2011 e 2014. Desse total, R$ 72,6 bilhões são para subsídios e R$ 53,1 bilhões serão destinados a financiamentos.

A segunda etapa prevê a ampliação das faixas de renda familiar nas áreas urbana e rural para aumentar o número de beneficiários do programa, priorizando a população de baixa renda. A meta de atendimento para as que recebem até R$ 1,6 mil por mês na área urbana e até R$ 15 mil anuais na zona rural subiu de 40%, na primeira segunda fase, para 60%. Com isso, 1,2 milhão de moradias serão destinadas a essas famílias.

Dilma também disse que o governo vai estudar uma forma de financiamento especial para os chamados produtos da linha branca, eletrodomésticos, geladeiras, fogões, televisões e outros. No entanto, Dilma não disse quando o governo poderá lançar essa linha de financiamento.

“De fato esse programa enseja uma demanda sobre a linha branca. As pessoas, quando mudam para uma casa nova, querem, muitas vezes, melhorar, comprar uma geladeira, trocar a sua cama, enfim. . Vamos primeiro ver o nosso desafio de mais 600 mil unidades. Vamos cumpri-lo. Depois, vamos olhar se podemos também já agregar uma linha de financiamento para a linha branca”, disse Dilma.

Fonte: Agência Brasil