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Esportes Infraestrutura

MT ainda não recebeu verba para construção do estádio

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O governo de Mato Grosso segue tocando as obras da Arena Pantanal, até o momento, apenas com recursos próprios, sem que fosse liberado qualquer valor em recursos de instituições financeiras. A Agecopa pagou até agora R$ 48,4 milhões ao consórcio Santa Bárbara-MendesJúnior responsável pela obra do novo estádio.
Dos R$ 393 milhões que o Estado solicitou em carta-consulta ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) ainda não foi liberado nenhum valor, e a direção da agência aguarda a tramitação do pedido.
Na última semana, o TCU (Tribunal de Contas da União) divulgou um estudo em que traz mais um alerta sobre os atrasos nas obras do mundial de futebol nas 12 cidades sedes e reforçou que algumas delas não terão recursos suficientes para cobrir os custos de manutenção dos estádios pós-Copa.
Dos R$ 3,5 bilhões previstos em financiamento das obras, o banco somente liberou R$ 6 milhões e há projetos que sequer chegaram ao banco.
Entretanto, mesmo com o alerta, o TCU afirma que as principais obras devem ser concluídas em tempo hábil, amparadas pela simplificação das licitações para a Copa .
O relator do estudo, ministro Valmir Campelo, admitiu que o Brasil “não é a Alemanha”, ao fazer referência sobre as estruturas técnica e financeira para cumprimento dos prazos exigidos pela Fifa.
“Eu não creio que poderá ter maiores transtornos. É claro que poderá ter atrasos, não estamos preparados para os níveis da Alemanha”, afirmou.
Entre os estádios em risco de não conseguir cobrir os custos da construção estão a Arena Pantanal, de Cuiabá, o de Brasília, de Natal e de Manaus.
Mesmo com atrasos registrados na maioria das obras, nenhuma delas foi paralisada até o momento. Em Cuiabá, a construtora que atua no projeto do estádio prevê que na próxima semana deve realizada a fixação dos primeiros pilares da estrutura.
O diretor de Infraestrutura da Agecopa, Carlos Brito, considera que a instalação é o início efetivo da edificação. “Este é um marco na construção da Arena, a obra mais emblemática de um conjunto de legados que ficará para a população”, disse.
Fonte: Folha do Estado

O governo de Mato Grosso segue tocando as obras da Arena Pantanal, até o momento, apenas com recursos próprios, sem que fosse liberado qualquer valor em recursos de instituições financeiras. A Agecopa pagou até agora R$ 48,4 milhões ao consórcio Santa Bárbara-MendesJúnior responsável pela obra do novo estádio.
Dos R$ 393 milhões que o Estado solicitou em carta-consulta ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) ainda não foi liberado nenhum valor, e a direção da agência aguarda a tramitação do pedido.
Na última semana, o TCU (Tribunal de Contas da União) divulgou um estudo em que traz mais um alerta sobre os atrasos nas obras do mundial de futebol nas 12 cidades sedes e reforçou que algumas delas não terão recursos suficientes para cobrir os custos de manutenção dos estádios pós-Copa.
Dos R$ 3,5 bilhões previstos em financiamento das obras, o banco somente liberou R$ 6 milhões e há projetos que sequer chegaram ao banco.
Entretanto, mesmo com o alerta, o TCU afirma que as principais obras devem ser concluídas em tempo hábil, amparadas pela simplificação das licitações para a Copa .
O relator do estudo, ministro Valmir Campelo, admitiu que o Brasil “não é a Alemanha”, ao fazer referência sobre as estruturas técnica e financeira para cumprimento dos prazos exigidos pela Fifa.
“Eu não creio que poderá ter maiores transtornos. É claro que poderá ter atrasos, não estamos preparados para os níveis da Alemanha”, afirmou.
Entre os estádios em risco de não conseguir cobrir os custos da construção estão a Arena Pantanal, de Cuiabá, o de Brasília, de Natal e de Manaus.
Mesmo com atrasos registrados na maioria das obras, nenhuma delas foi paralisada até o momento. Em Cuiabá, a construtora que atua no projeto do estádio prevê que na próxima semana deve realizada a fixação dos primeiros pilares da estrutura.
O diretor de Infraestrutura da Agecopa, Carlos Brito, considera que a instalação é o início efetivo da edificação. “Este é um marco na construção da Arena, a obra mais emblemática de um conjunto de legados que ficará para a população”, disse.

Fonte: Folha do Estado

Infraestrutura MT Novidade

Patrulhas rodoviárias voltam à ativa em maio

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As patrulhas rodoviárias móveis iniciam os trabalhos de patrolamento, encascalhamento, drenagem (bigode) e terraplanagem das rodovias não pavimentadas de Mato Grosso a partir do mês de maio, após a ordem de serviço que será dada ainda neste mês de abril. As empresas vencedoras da licitação, na modalidade pregão eletrônico, Trimec Construção e Terraplanagem e SM Construtora são as responsáveis pelo lote 1 e 2, respectivamente, que juntos correspondem a 19,9 km durante 12 meses, período de vigência do contrato.
Por decisão de governo estadual as patrulhas passam a ser gerenciadas pelo Estado por meio da Secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu). Com essas medidas o Executivo pretende minimizar e até acabar com os atoleiros vividos nas estradas de Mato Grosso no período das chuvas que correspondem a cerca de meio ano. Para a contratação de serviço de mão de obra para operacionalização das equipes que compõem as patrulhas rodoviárias, envolvidas na manutenção e conservação da malha rodoviária estadual pelo período de um ano serão investidos por meio do Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação) R$ 35 milhões.
Para execução dos trabalhos o Estado foi dividido em 15 regiões e o lote 1 com 10,9 km é composto de nove delas. São as regiões de Alta Floresta; Vila Rica; Alto da Boa Vista; Água Boa; Paranatinga, Campo Verde e Rondonópolis; Tangará da Serra e São José do Rio Claro; Cáceres; Barra do Garças; e Alto Araguaia. Os trabalhos que compõem o lote 2 serão executados nas rodovias não pavimentadas nas outras seis regiões. Aripuanã; Colíder; Juara; Sorriso; Pontes e Lacerda; e Cuiabá, Baixada Cuiabana e Chapada dos Guimarães que juntas totalizam 9 quilômetros.
Cada patrulha rodoviária móvel é composta por cinco caminhões basculante, duas motoniveladoras, uma escavadeira, um cavalo mecânico com prancha e um caminhão lubrificador/melosa. A equipe de cada patrulha rodoviária é formada por um encarregado, um mecânico, um cozinheiro, três auxiliares e dez pessoas entre motoristas e operadores. O equipamento das patrulhas é o mesmo que até dezembro de 2010 era disponibilizado para os consórcios municipais que geriram sua utilização desde 2008.

As patrulhas rodoviárias móveis iniciam os trabalhos de patrolamento, encascalhamento, drenagem (bigode) e terraplanagem das rodovias não pavimentadas de Mato Grosso a partir do mês de maio, após a ordem de serviço que será dada ainda neste mês de abril. As empresas vencedoras da licitação, na modalidade pregão eletrônico, Trimec Construção e Terraplanagem e SM Construtora são as responsáveis pelo lote 1 e 2, respectivamente, que juntos correspondem a 19,9 km durante 12 meses, período de vigência do contrato.
Por decisão de governo estadual as patrulhas passam a ser gerenciadas pelo Estado por meio da Secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu). Com essas medidas o Executivo pretende minimizar e até acabar com os atoleiros vividos nas estradas de Mato Grosso no período das chuvas que correspondem a cerca de meio ano. Para a contratação de serviço de mão de obra para operacionalização das equipes que compõem as patrulhas rodoviárias, envolvidas na manutenção e conservação da malha rodoviária estadual pelo período de um ano serão investidos por meio do Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação) R$ 35 milhões.
Para execução dos trabalhos o Estado foi dividido em 15 regiões e o lote 1 com 10,9 km é composto de nove delas. São as regiões de Alta Floresta; Vila Rica; Alto da Boa Vista; Água Boa; Paranatinga, Campo Verde e Rondonópolis; Tangará da Serra e São José do Rio Claro; Cáceres; Barra do Garças; e Alto Araguaia. Os trabalhos que compõem o lote 2 serão executados nas rodovias não pavimentadas nas outras seis regiões. Aripuanã; Colíder; Juara; Sorriso; Pontes e Lacerda; e Cuiabá, Baixada Cuiabana e Chapada dos Guimarães que juntas totalizam 9 quilômetros.
Cada patrulha rodoviária móvel é composta por cinco caminhões basculante, duas motoniveladoras, uma escavadeira, um cavalo mecânico com prancha e um caminhão lubrificador/melosa. A equipe de cada patrulha rodoviária é formada por um encarregado, um mecânico, um cozinheiro, três auxiliares e dez pessoas entre motoristas e operadores. O equipamento das patrulhas é o mesmo que até dezembro de 2010 era disponibilizado para os consórcios municipais que geriram sua utilização desde 2008.

fonte:Secom/MT

Infraestrutura Política

“Governo vai melhorar estrutura aeroportuária para pós-Copa”

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Em discurso no Plenário, o senador Walter Pinheiro (PT-BA) afirmou que as obras de infraestrutura aeroportuária do país devem ser pensadas para “além da Copa de 2014”. O senador elogiou a atuação do governo federal na condução das obras de infraestrutura para a Copa do Mundo e para os Jogos Olímpicos de 2016.

– O governo tem como meta melhorar cada vez mais os aeroportos, não só para a Copa de 2014 – disse.
Segundo Walter Pinheiro, a Copa deve ser vista como uma oportunidade para que problemas de infraestrutura sejam resolvidos. O senador lembrou que “a Copa passa, mas as cidades vão continuar”.
O parlamentar baiano também criticou diversas “interpretações de setores da mídia e da oposição” sobre a nota que o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou na última quinta-feira (14). O documento tratava sobre as obras de aeroportos e sua estrutura para receber os eventos esportivos mundiais de 2014 e 2016.

– Pode ser que exista uma dose de má-fé ou ignorância [nas interpretações]. A possibilidade de algumas obras não estarem concluídas não significa que os aeroportos estarão inoperantes – afirmou Walter Pinheiro.

Segundo ele, os aeroportos precisam de novas obras, mas podem atender grandes eventos. O senador deu o exemplo do carnaval em Salvador, que movimenta 60 mil turistas e, no pico da festa, tem um público que pode chegar a 500 mil pessoas. Pinheiro lembrou que o estádio da capital baiana vai ter capacidade para 55 mil pessoas.

O senador afirmou que a movimentação da economia motivou o acesso maior às viagens de avião. Walter Pinheiro também disse que foi no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que os aeroportos começaram a ser mais freqüentados e tiveram várias obras iniciadas.

– No tempo em que a oposição era governo, o mercado de aviação era tão pequeno que empresas como a Transbrasil e até a Varig terminaram por sucumbir – declarou.

Walter Pinheiro afirmou que 2014 deve ser um horizonte, mas não pode ser um fim. Para o senador, as obras de infraestrutura não devem apenas servir de oportunidades para sediar grandes eventos, mas devem “permitir aos cidadãos que se locomovam com mais facilidade” e tenham mais qualidade de vida.
– Só é possível tratar bem os de fora se permitirmos que os de dentro tenham condições de bem viver – completou.

Fonte: Agência Senado